Regras básicas para regência verbal

Postado por Admincursos | 18 de julho de 2013 | Deixe aqui seru comentário

Esse é o momento para se lembrar das aulas escolares para identificar o verbo e o complemento da oração

Para continuar o especial de regras gramaticais para os concurseiros de plantão, hoje trazemos algumas dúvidas que muitas pessoas costumam ter quanto à regência verbal. Para se ter uma ideia, esse é o assunto predileto de quem elabora as provas e costuma cair com bastante frequência, até mesmo nos vestibulares. Assim como na concordância verbal, o primeiro passo para não errar ou cair em pegadinhas é ficar de olho no termo regente, que, nesse caso, é o verbo. O termo regido é o complemento.

O ponto de partida é analisar a oração para checar alterações nesses dois itens que formam a regência verbal. Para que não ocorra nenhum risco de errar, lembre-se da fase escolar, onde foi ensinado como se dão os verbos transitivos diretos, indiretos, diretos e indiretos e intransitivos. Só assim para entender a regência verbal. Os quatro casos pedem a análise da preposição, ou seja, se o sujeito pede o auxiliar. Veja a definição de cada um deles abaixo:

• Verbos transitivos diretos: não têm sentido completo e pedem um objeto para complementar a oração, sem uso da preposição;

• Verbos transitivos indiretos: não têm sentido completo, contudo, o complemento da oração pede preposição (Ex: ‘a’ e ‘de’);

• Verbos transitivos diretos e indiretos: esse caso precisa de um pouco de atenção por ter 2 complementos na mesma frase, um com preposição e outro sem. Um exemplo:

A garota deu um chocolate ao colega.

Nessa frase, o “deu” pede complemento, pois quem está atrelado a alguma coisa. O mesmo verbo complementa o “ao colega”. Assim, se deu algo para alguém, o que pede uma preposição. No caso, “ao”.

• Verbos intransitivos: verbos que não transitam, ou seja, não exigem complemento. A frase “ele morreu”, não pede auxílio de preposição.

A partir do reconhecimento desses tipos de verbos, fica fácil identificar a regência verbal. Seguem outros exemplos para você se situar:

Verbo aspirar: no sentido de inspirar, ele exige o complemento sem preposição, o que o faz transitivo direto.

Verbo visar: no sentido de desejar ou almejar, ele é transitivo indireto, pois pede uma preposição. Nesse caso, seria o “a”, pois quem visa, visa algo.

Para compreender a regência verbal será preciso de um pouco de decoreba, mas, com a prática, o conteúdo é assimilado com facilidade. Nos livros de gramática, há a listagem dos principais verbos mais comumentes em orações, o que dá segurança para o concurseiro na hora de marcar a alternativa correta. É aquela velha história de depender do contexto da frase, analisar o verbo e o que vem após ele. Por isso, estudar os diferentes casos é de grande ajuda. Atente-se aos verbos mais populares, pois são eles que costumam cair nas provas.

Conheça em nosso site Cursos que ajudarão você entrar na universidade. Matricule-se!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *