3 Dicas para identificar se seu filho possui Distúrbio de Aprendizagem

Postado por Admincursos | 12 de maio de 2016 | Deixe aqui seu comentário

3 Dicas para identificar se seu filho possui Distúrbio de Aprendizagem

Saiba como identificar se seu filho tem transtornos de aprendizagem.

Quando lembramos de uma sala de aula cheia de alunos, lembramos também de um ambiente cheio de estímulos aos estudos e esperança para o futuro. A sala de aula é onde o imaginário da criança toma conta e tudo fica mais colorido. Apesar de todos os incentivos que o ambiente escolar oferece ao aluno, entretanto, há aqueles que não conseguem acompanhar as aulas ou prestar atenção nas lições. É claro que ninguém está a salvo de tirar vermelho nas provas vez ou outra, mas o fato é que, para algumas crianças, tirar notas baixas é um problema persistente e que pode atrapalhar a vida do aluno, consumindo também sua autoestima e vontade de se concentrar nos estudos. Quem nunca ouviu falar do TDAH, por exemplo? Termo tão atual como esse transtorno não tem. Mas, como saber identificar isso na criança?

Antes de mais nada, vale lembrar que, seja quais forem as dificuldades escolares de seu filho ou mesmo o transtorno que o tiver acometido, existe tratamento e os pais não estão sozinhos nisso. O primeiro passo é sempre conversar com o corpo docente da escola e saber se tudo isso é pontual ou se é um problema que já persiste há algum tempo. O próximo passo é fazer um check-up geral para ver se a visão e a audição da criança estão funcionando bem, visto que quando não se enxerga ou não se ouve bem na sala de aula também não se aprende bem uma matéria. Após eliminar todas as possibilidades de problemas sensoriais, é hora de começar a buscar por distúrbios de aprendizagem. As dificuldades podem ser tanto orgânicas como emocionais ou genéticas e é importante que seja feito o diagnostico o quanto antes para a família poder acompanhar seu filho em seu processo educativo e auxilia-lo em seu desenvolvimento escolar.

Os distúrbios de aprendizagem mais comuns são:

• Dislalia: dificuldade de articular as palavras;
• Discalculia: dificuldade de lidar com números;
• Disgrafia: dificuldade de organizar um texto;
• Disortografia: dificuldade na linguagem escrita;
• TDAH: dificuldade de aprender – inquietação e nervosismo;
• Gagueira: dificuldade de fluência na fala;
• Afasia: perda da linguagem falada e escrita;
• Dispraxia: dificuldade de controlar os movimentos do corpo.

Para conseguir identificar se seu filho tem distúrbios, atenha-se aos seguintes sinais:

1. A primeira dica vai para o baixo desempenho persistente na escola; aquele que perdura por mais de um ou dois meses. É essencial que os pais sempre procurem saber como o filho está indo na escola, além de observar se a criança está concluindo as tarefas ou tirando notas baixas em conteúdo fácil.

2. A depender do temperamento da criança, suas dificuldades no aprendizado podem refletir em seu comportamento na escola e em casa, alterando seu humor e despertando sentimentos como raiva, medo, ansiedade e impaciência, além das atitudes escapistas e antissociais, que devem ser investigadas.

3. A perda da confiança e a baixa autoestima são dois dos efeitos mais comuns na fase de aprendizagem infantil. Estudantes que não conseguem acompanhar nada na escola, a médio prazo, começam a considerar-se incapazes de aprender e isso pode acarretar até mesmo um quadro depressivo. Se você notou que seu filho está com baixa autoestima, converse com ele para ver se há motivos reais para tal.

Curso de Distúrbio de Aprendizagem

Neste curso, você vai aprender a identificar quando a criança ou o adolescente está tendo dificuldades na leitura, escrita e concentração, por exemplo, sabendo distinguir quando o problema vem da preguiça ou da falta de vontade, por exemplo, e quando a questão vai mais a fundo e há especulação de tratar-se de algum distúrbio de aprendizagem. Além disso, você conhecerá os principais distúrbios de aprendizagem, meios para detectá-los e como eles devem trata-los, observando também qual deve ser o papel dos pais, dos professores e da própria escola na alfabetização de uma criança que apresenta tais transtornos.

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