Gosta de Argumentar nas Redes Sociais? Conheça o Curso de Direitos Humanos Online!

Postado por Admincursos | 18 de janeiro de 2018 | Deixe aqui seu comentário

Gosta de Argumentar nas Redes Sociais? Conheça o Curso de Direitos Humanos Online!

Os cursos online podem te ensinar valores sobre as leis, especialmente em um mundo moderno onde as pessoas se escondem atrás da “máscara” das redes sociais

Um curso de direitos humanos pode ser direcionado aos profissionais especializados (como advogados, juízes, defensores públicos), mas também a todas as pessoas que navegam na internet e se expõe todos os dias.

Nele, os estudantes aprendem tudo sobre os direitos básicos dos seres humanos, tais como o direito à liberdade, à vida, ao trabalho, entre outros. A ideia é simplesmente compreender o que é de direito e de dever do homem.

Selecionamos alguns tópicos simples que mostram porque todo internauta (aquela pessoa que acessa a qualquer página da internet) deveria fazer um curso como esse. Veja também como memorizar palavras em inglês com apenas 5 dicas.

A internet no Brasil e no mundo

Há pesquisas que indicam que praticamente 50% da população brasileira possui uma conta na rede social mais acessada do mundo (o Facebook). Os dados são do Ime Archibong e foram divulgados em 2016.

E, para o Governo Federal, no país 58% das pessoas têm acesso à internet. Na esfera global, são mais de 3,2 bilhões de pessoas que praticam essa atividade diariamente.

Por aqui, somos considerados um dos maiores países em termos de participação no mundo digital, sendo o 4º em número de usuários do Facebook, com mais de 70 milhões de cadastros e o 2º maior no Twitter.

Curso de Direitos Humanos online para quem gosta de opinar e argumentar nas redes sociais

Isso explica, por exemplo, porque o número de cursos online tem crescido tanto nos últimos anos, incluindo, aqueles que se dispõe a certificar o estudante.

A questão levantada é para o fato de que as redes sociais funcionam exatamente como uma extensão da vida das pessoas, já que refletem suas atividades sociais. Dessa forma, como na vida real, na internet também pode haver crimes.

Essa violação dos direitos humanos é frequente e acontece, principalmente, por meio de comentários maliciosos, ofensivos e relacionados à vários temas polêmicos (como política e religião).

O programa Humaniza Redes, do Pacto Nacional de Enfrentamento das Violações de Direitos Humanos na Internet, avalia que as discriminações acontecem principalmente contra as mulheres, com incitação a crimes contra a vida, homofobia, pornografia, etc.

As redes sociais tornaram-se ameaças aos governos

Em 2014, a Turquia bloqueou o uso do Twitter por ordem judicial, afirmando que os usuários colocaram gravações de voz e documentos mostrando evidências de corrupção dos ministros.

Tudo foi tratado como medida de proteção.

Mas, será que isso é certo nos olhos da lei? Ao que tudo indica, essa tomada de decisão é considerada como uma censura porque ameaça os movimentos da população e também porque são contrários aos interesses do Estado.

A medida é vista como forma extrema de suprimir a liberdade de expressão. Inclusive, você sabe o que é um curso de Coaching? Descubra!

Talvez você nunca tivesse pensado por esse lado, não é verdade? O fato é quem se dedica a fazer um curso de direitos humanos começa a analisar os casos com outra visão, buscando sempre o apoio na constituição e nos tratados internacionais.

Tecnicamente, a internet não é um fórum público

Curso de Direitos Humanos para quem quer entender melhor sobre privacidade

Para os defensores das mídias sociais, eles não são fóruns públicos porque tem IPs (que são como um RG Virtual) para as pessoas físicas e têm também acessos as empresas privadas de tecnologia, que podem controlar o conteúdo.

Dessa forma, se um indivíduo ou empresa tem acesso restrito, então, a liberdade de expressão também fica inválida.

Eles veem a mídia social como um direito humano levando em conta o grande número de direitos que nela convergem (liberdade de associação, de expressão e de informação).

Aí é que começam a aparecer os questionamentos da outra vertente de pensadores: se uma pessoa tem o direito de se associar, se expressar e se informar, onde fica o direito a privacidade das outras pessoas?

O direito à privacidade

Conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU (Organização das Nações Unidas), “ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na família, no lar ou na sua correspondência nem a ataques a sua honra e reputação”.

E aqui que começam a acontecer as ações processuais por danos morais, que decorrem da violação à privacidade e tem caído de monte nas justiças de todo mundo.

O ponto mais importante deste artigo é entender que o direito à privacidade existe e ele precisa ser considerado. Logo, as pessoas precisam entender que uma exposição detalhada da sua vida privada pode trazer consequências.

Na prática, vamos entender da seguinte forma: uma pessoa resolver entrar no perfil de um funcionário público e começar a ofender tal profissional. Ainda que ele tenha razão moral, a lei não permite tal ofensa.

E você não deve sair por aí falando o que bem quiser. O que você pode falar e como é que o grande segredo. E isto só é possível através da qualificação de um curso de direitos humanos.  Confira também como identificar um transtorno de aprendizagem.

Por que fazer um curso de direitos humanos?

Se você pretende entender dos seus direitos e deveres no atual século, vai precisar entender o avanço das tecnologias de informação, que ocasionaram em mudanças em toda a sociedade.

O tema é sim muito polêmico e há nuances que podem determinar um culpado de uma vítima ou de um criminoso cibernético.

Neste artigo mostramos apenas um embate causado entre os direitos da liberdade e o da privacidade. Mas, o assunto se estende por muitos outros campos.

Saiba onde você está pisando, conheça os seus direitos, faça um curso de direitos humanos agora mesmo.

Por exemplo, talvez você nunca tenha ouvido falar, mas no Brasil, o marco civil da internet acontece em 2017, com a aprovação da Lei 12.965, que adota fundamentos a respeito da liberdade de expressão e os direitos humanos na rede.

Entre eles estão: a garantia de liberdade de expressão como proteção aos dados pessoais. Isso garante que se os avanços tecnológicos podem violar os direitos, então, eles próprios tem fundamentos para se manter e se fortalecer.

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