Estudar português: você conhece as pegadinhas da nossa língua?

Postado por Admincursos | 20 de setembro de 2018 | Deixe aqui seu comentário

Estudar português: você conhece as pegadinhas da nossa língua?

Conheça algumas das maiores pegadinhas da língua portuguesa e não cometa mais esses erros!

Estudar português é algo com que nos deparamos em várias fases da nossa vida: primeiro na pré-escola, depois no ensino fundamental, ensino médio, faculdade, pós-graduação e por aí vai. Porém, mesmo com tanto estudo, algumas dúvidas persistem em nossa mente.

Ainda que não haja um estudo que determine o idioma mais difícil de se aprender no mundo, já que tudo depende das línguas e alfabetos que cada pessoa está acostumada, o português é tido como um idioma complicado, graças aos gêneros, acentos, colocações pronominais e afins.

É por isso que nós separamos um verdadeiro presente para você, que vai prestar algum concurso, vestibular ou quer ficar mais afiado no português: pegadinhas comuns do nosso idioma. Assim, você saberá como lidar com elas!

Grandes pegadinhas ao estudar português

Há alguns erros que são mais comuns, mas também existem os erros de português que você não sabia que cometia. A partir de agora, as duas listas vão diminuir bastante!

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Colocação pronominal

Você já ouviu falar sobre próclise, mesóclise e ênclise? Eles podem até parecer termos médicos, mas, na verdade, são as classificações da colocação pronominal.

Ao estudar português, é essencial entender como os pronomes átonos (o, a, os, as, lhe, lhes, nos, vos, me, te, se) devem ser aplicados nas frases em relação à posição dos verbos. Vamos lá:

  • Próclise: antes do verbo (o menino não se contentou com o presente).
  • Mesóclise: no meio do verbo (o menino contentar-se-á com o presente).
  • Ênclise: depois do verbo (o menino contentou-se com o presente).

Essa é uma dúvida bem comum no português porque a linguagem informal até aceita a próclise, mas o mesmo não se aplica à linguagem formal. Portanto, redobre sua atenção com a colocação pronominal.

Os porquês

“Por que você não foi trabalhar hoje? Porque perdeu a hora? Esse não é um porquê aceitável. Diga-me: por quê?”

Essa frase revela muito mais que a possível conversa de um chefe com seu funcionário: o uso dos porquês. Cada um dos 4 tem a sua função e deve ser aplicado de acordo com o sentido da frase. Veja só:

  • Por que: pode substituir “por qual razão” (por que você não comprou um presente?) ou “pelo qual” (não consigo compreender o motivo por que não comprou um presente).
  • Por quê: significado parecido com o “por que”, mas sempre aparece no final de uma frase, na grande maioria das vezes antes de uma interrogação (você se esqueceu da data? Por quê?).
  • Porque: utilizado em conjunções que visam mostrar a causa de algo ou explicar alguma coisa, pode substituir termos como “para que”, “uma vez que” e “pois” (é melhor comprar o ingresso logo, porque o preço aumentará no próximo lote).
  • Porquê: por fim, essa variação serve como um substantivo e pode ser utilizada no lugar de palavras como “motivo” ou “razão” (até agora, não entendi o porquê de meu time ter perdido o jogo).

É um pouco confuso no começo, mas é importante que quem deseja estudar português a fundo e não deixar porquês inexplicados compreenda as 4 variações.

Crase

Os acentos estão entre as regras do português que são essenciais para uma boa redação. A maioria deles não costuma causar tantas dúvidas, mas quando se trata da crase, então as indecisões são mais frequentes.

Quando você estiver com dúvidas ao estudar português e se deparar com o uso ou não da crase, uma dica simples é trocar a palavra feminina pela masculina. Se o resultado for “ao”, então a expressão feminina será “à” na grande maioria das vezes.

Por exemplo, em “vou perguntar à minha mãe”, o “à” leva crase, já que se a palavra for trocada pelo masculino, ficaria “vou perguntar ao meu pai”.

A dica pode ajudar, mas é importante estudar mais a fundo sobre a aplicação da crase para não ser pego de surpresa. Na frase “procura a carteira”, o sentido é mais geral, mas se for “procura à carteira”, quer dizer que há uma carteira exclusiva que está sendo procurada, por exemplo.

Palavras homófonas

Esse é mais um termo de nome um pouco estranho e que abriga vários dos erros de português mais comuns. Palavras homófonas são aquelas que soam iguais quando faladas, mas cujo sentido é diferente.

Alguns dos exemplos mais conhecidos, e que podem te ajudar a não errar ao escrever, são os seguintes:

  • Ascender (subir ou elevar) x acender (atear fogo ou iluminar algo).
  • Cela (lugar para confinamento em cadeias) x sela (assento utilizado para andar a cavalo com mais conforto).
  • Cessão (conceder algo a outra pessoa) x sessão (apresentação de uma peça de teatro ou filme) x seção (departamentos ou repartições em instituições).
  • Mau (oposto de bom) x mal (oposto de bem). Para não confundir, a grafia da letra “U” de “mau” é curvada, assim como da letra “O” de bom, que é seu antônimo. Por outro lado, a letra “L” de “mal” é reta, assim como a letra “E” de “bem”, que também tem ângulos retos.
  • Trás (localização, atrás de algo) x traz (derivado do verbo trazer).
  • Senso (capacidade de compreender algo ou qualidade de quem apresenta sensatez) x censo (levantamento estatístico a respeito de uma determinada população).
  • Assento (lugar onde se pode sentar) x acento (acentuação das palavras).
  • Extrato (demonstrativo financeiro ou polpa de algum fruto) x estrato (camada de algo, como a estratosfera).
  • Cozer (cozinhar) x coser (costurar).
  • Tachado (considerado ou classificado como algo) x taxado (algo em que incidiram impostos, tributos ou taxas).
  • Concerto (harmonia ou sinfonia) x conserto (ato de consertar ou corrigir algo).

Ainda tem dúvidas? Veja mais – 11 erros de português que você não sabia que cometia!

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