Saiba como fazer com que essa prática não faça parte da rotina das crianças
O bullying é um termo que não era tão conhecido no passado, o que não deixa de demonstrar sua importância. Afinal de contas, hoje ele pode ser considerado como um dos principais inconvenientes em ambientes educacionais e profissionais.
Essa é uma situação que deve ser acompanhada de perto, já que as consequências são sérias e podem passar por distúrbios psicológicos e emocionais e até mesmo atos extremos, que colocam em risco as vidas dos envolvidos.
Vamos entender melhor qual é o conceito por trás do termo, sua importância para a sociedade moderna e o que pode ser feito para amenizar seus efeitos ao máximo.
É a aplicação de ameaças e atos que visam intimidar, abusar ou dominar outras pessoas de maneira agressiva e frequente, o que pode ser resultante de um desequilíbrio de poder demonstrado pelo intimidador.
Vários são os motivos que podem levar ao bullying, como raça, religião, gênero, diferenças sociais, orientação sexual, personalidade, habilidade, reputação, aparência e comportamentos, embora nenhum deles seja justificável sob qualquer ponto de vista.
A Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015, institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying), neste que foi um ato importante para que a população saiba que o ato deve ser combatido, dados os prejuízos que podem ser causados por ele.
Na lei, a definição de bullying é “ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”.
O crime de intimidação vexatória (ou bullying) foi incluído no Código Penal, mediante aprovação da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, no dia 20/11/2013, com pena de reclusão que pode chegar a até 12 anos em situações específicas.
Basicamente, o ato sempre foi parte de qualquer desenvolvimento em grupo, desde as civilizações antigas, seja em religiões, grupos militares, escolas, vizinhanças, times, famílias e empresas.
Em relação aos ambientes de trabalho, o conceito passou a fazer parte da conscientização pública na forma de assédio sexual, no início da década de 1980. Nessa época, a psicóloga sueca Heinz Leymann esteve entre as primeiras a conceitualizar e analisar o ato do bullying no trabalho.
Porém, não é possível saber exatamente quando esse tipo de atitude surgiu, embora seja possível imaginar que tenha sido há muito tempo, desde quando o relacionamento humano existe no mundo.
A importância do combate ao bullying é muito grande, já que seus efeitos podem ser destrutivos. Por isso, é fundamental saber como evitar ser alvo de sua aplicação, o que pode ser feito das seguintes formas:
Os valentões geralmente procuram por pessoas que demonstram insegurança, medo e baixa autoestima, o que pode ser percebido por suas respostas, linguagem corporal e até mesmo pelo tom de voz.
Por isso, é importante tentar manter uma postura que demonstre confiança, o que ajudará a evitar os males causados pelo bullying.
Desde a infância, vale a pena ensinar para as crianças que o contato visual é um elemento importante para a comunicação, já que passa uma mensagem não-verbal de autoconfiança.
Tipicamente, quem comete bullying procura por alvos que demonstram ansiedade e insegurança, e o ato de olhar para as pessoas diretamente nos olhos pode ajudar a não passar essa mensagem.
Ter amigos é ótimo para toda a vida, e as amizades podem ajudar a evitar que a criança, jovem ou adulto seja alvo da intimidação vexatória, graças à companhia que lhe é feita.
Os amigos também reafirmam àquela pessoa que as coisas que os valentões fazem ou falam não definem quem ela é, motivação importante para conseguir lidar com a situação de maneira positiva.
Ao observar o comportamento da criança quando sofre bullying, é possível perceber que algumas pessoas se sentem culpadas pelo que lhes ocorre, mas isso não é verdade. O culpado é quem comete esse ato imoral e ilegal.
Uma consequência desse sentimento é que a pessoa afetada geralmente não conta a ninguém sobre o que está acontecendo, o que é prejudicial. Por isso, é essencial ter ciência de que quem sofre bullying não é o culpado, muito pelo contrário.
Deve-se ensinar às crianças, jovens e adultos que essa é uma decisão tomada por quem comete o ato, pessoa totalmente responsável por suas ações. Ninguém o obrigou a ter aquele comportamento, nem mesmo a pessoa que sofre com o bullying.
Uma ideia que precisa ser colocada na mente quando se lida com o bullying, mesmo na idade adulta, é conhecer os seus direitos e, assim, reconhecer quando eles estão sendo violados.
Da mesma forma que você não faz mal a outras pessoas, também pode (e deve) defender os seus direitos. Portanto, conheça-os e faça com que eles sejam respeitados, assim como também respeita as outras pessoas.
Por fim, um ponto que merece ser comentado é a atenção nas atitudes e gestos realizados com outras pessoas. É importante analisá-los para jamais proceder de uma maneira que seja prejudicial ou tóxica a outras pessoas, o que pode resultar no bullying, mesmo que de maneira não intencional a primeira vista.
Trate bem as outras pessoas, da forma com a qual você gostaria de ser tratado. Esse é um passo crucial para a construção de uma sociedade cada vez mais justa e saudável.
O combate a esse conjunto de comportamentos prejudiciais deve ocorrer diariamente. É importante saber como reconhecer quem sofre bullying e ajudar, além de jamais estar na figura do agressor.
Isso pode ser atingido depois da realização de um curso de bullying, onde se aprenderá como identificar e tratar esses casos, além de aprender o papel da família, da escola e da sociedade como um todo para evitar tais casos.
Seja através de cursos online ou da conscientização da sociedade, é fundamental aprender sobre o bullying e combatê-lo a todo custo. Assim, a tendência é de que o mal seja cortado pela raiz e, dessa forma, esteja cada vez menos presente no mundo.
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