Entenda a importância do aleitamento materno e saiba como driblar os desafios encontrados!
Para muitas pessoas, a maternidade é um período de redescoberta da vida. Principalmente para as mamãe de primeira viagem, (ou até mesmo às de segunda ou terceira) é um momento de grandes desafios.
A gestação, o parto, o pós-parto e até mesmo o primeiro banho do bebê são assuntos recorrentes durante a gravidez. Embora a amamentação também seja algo bastante mencionado, pouco se fala sobre os reais desafios do aleitamento.
Embora seja um enorme ato de amor e conexão entre a mãe e o bebê, e que muitas mulheres não encontrem problemas em desempenhar essa função, outras se deparam com um mar de dificuldades a partir da primeira tentativa de amamentação.
É indiscutível que o aleitamento materno é essencial para o bebê em diversos aspectos, inclusive faz parte da educação infantil. Mas, o que fazer com os desafios para alimentá-lo?
É justamente sobre isso que iremos falar hoje. Acompanhe!
Há quem defina o aleitamento materno como a fonte de vida para o bebê. Afinal, é o melhor alimento para garantir os nutrientes necessários para sua saúde até os seis meses de idade.
Ele fornece as vitaminas, proteínas, gorduras, água e até mesmo os anticorpos que o recém-nascido precisa e vai se adaptando à cada fase da criança, de forma que, conforme o bebê cresce, suas necessidades energéticas mudam e consequentemente, o leite também.
Apesar dos desafios na amamentação, esse período é essencial para estabelecer uma relação de afeto entre a mãe e o bebê, desenvolvendo suas condições psicomotoras e garantindo um desenvolvimento saudável até os seus dois anos de vida.
Com sua composição balanceada, o leite materno passa por diversas fases para se adequar às necessidades do bebê. Conheça as principais:
É o primeiro leite materno e surge ainda na gestação. Possui coloração amarelada e contém os anticorpos que o bebê precisa para sua proteção. Sua produção é limitada e pode ocorrer até 7 dias após o parto.
É basicamente o amadurecimento do colostro e começa a ser produzido quando o bebê inicia a mamada. Sua aparência é mais esbranquiçada e o líquido é mais fluído.
Fase de transição entre o leite anterior e o posterior e é rico em proteína.
Rico em gorduras e proteínas, o leite materno posterior surge apenas ao final de cada mamada. É o leite responsável por saciar o bebê e também pelo ganho de peso.
Embora seja uma fase única, tanto para os bebês, quanto para as mães, nem todas as mulheres encontraram na amamentação momentos de conforto e conexão.
Muitas delas sofrem problemas severos para se adaptar à nova condição, o que na maioria das vezes faz com que desistam de amamentar, mesmo ciente dos benefícios que a prática pode oferecer aos seus filhos.
No entanto, com o objetivo de ajudá-las a enfrentar os desafios da amamentação, reunimos as principais condições adversas encontradas e qual a melhor saída para resolvê-las. Confira!
Uma das principais reclamações em relação à amamentação são as dores e as rachaduras no bico. Acontece, que toda mulher que amamenta, perde a primeira camada de pele do mamilo, o que faz com que as terminações nervosas da região fiquem mais expostas.
Com isso, assim que o bebê suga, é normal sentir desconforto, principalmente nos primeiros dias. Porém, normalmente, assim que é estabelecida e a pega do bebê é feita de forma correta, a sensação tende a amenizar.
Da mesma forma, o ressecamento e as rachaduras se dão pela posição incorreta da criança ao mamar. O ideal é que a ponta do nariz e o queixo estejam encostadas na mama durante todo o aleitamento.
Para as duas condições, ainda é possível utilizar lanolina 100% purificada para aliviar as dores e o desconforto, sempre após a mamada.
Outra condição mais comum do que pensamos, as mamas inchadas e duras se dão pela sobrecarga de leite nos dutos, fazendo com que ele fique parado, impossibilitando a amamentação.
Nestes casos, é comum sentir muita dor e para aliviar o incômodo, é preciso seguir alguns passos:
Quanto mais o bebê mama, maior a produção de leite e, quando o bebê não consome todo o líquido, aumenta-se o risco de fissuras no seio, acúmulo de leite e até mesmo mastite, aumentando consideravelmente o desconforto da mãe.
Para solucionar o problema, o ideal é que seja extraído um pouco do leite antes de iniciar a amamentação para facilitar a pega, e depois da amamentação, caso ainda sobre, para evitar que ele se acumule nos seios.
Já para as mamães que sofrem com a falta de leite, que pode ser causada pela pega incorreta, amamentação insuficiente ou até mesmo pelo estresse e estado emocional da mãe, há algumas formas de estimular a produção.
O recomendado é que deixe-se a criança mamar sempre que quiser e pelo tempo que desejar, desde que isso não gere um desconforto ou qualquer tipo de dor na mãe.
Uma das principais dicas para passar pelo período de forma mais tranquila é buscar informações pertinentes para cada situação.
Conversar com amigos, familiares, grupos de amamentação ou até mesmo por um curso de aleitamento materno pode ser fundamental para encontrar dicas preciosas que irão te ajudar em algum momento da maternidade.
Embora seja um momento delicado, é importante contar com pessoas que estão dispostas a te ajudar e a tornar esse momento ainda mais feliz e recompensador!
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