O português é um idioma cheio de particularidades. São tantas regras gramaticais e particularidades que mesmo nós, que temos contato com a língua desde o berço, muitas vezes nos enrolamos com algumas palavras, pontuações e frases, que sempre nos deixam com aquela cara de dúvida.
Escrever bem não é um dom, é aprendizado. Então, não importa se você tem 20 ou 50 anos, ainda dá tempo de aprender mais sobre a língua portuguesa e não cometer esses erros.
Pode não parecer, mas saber como escrever faz toda a diferença na sua carreira acadêmica e profissional. Afinal de contas, alguns desses erros podem custar uma vaga na faculdade, por causa da redação no vestibular, ou a ausência de uma promoção no trabalho.
Confira 11 erros de português que muitas pessoas cometem sem saber e, de quebra, descubra qual é a maneira certa!
Se você identificar alguns desses erros no seu português, não fique triste. Pelo menos, você terá a chance de aprender e evitar que eles sejam cometidos novamente no futuro.
Se alguma vez, alguém te disser que você escreveu essa palavra errado, você terá uma carta na manga, já que, nesse caso, não existe alternativa errada.
Ambas existem e são aceitas no idioma português, porém, no Brasil, o mais comum é “berinjela”, com “J”, ao passo que, em Portugal, é mais comum ver a palavra escrita com “G”, ou seja, “beringela”.
Essa, felizmente, não entrará na lista de erros de português, mas, de preferência, utilize a forma que é mais comum no Brasil, ou seja, “berinjela”, com “J”.
Essa aqui também tem o seu quê de pegadinha, mas quem errar não poderá escapar muito. Bem pouca gente sabe disso, mas “encima” é um termo que existe no idioma português!
O significado do termo encima é indicar algo que fica no topo de outra coisa, como, por exemplo, “o pinheiro encima aquela montanha, lá ao longe”.
Ainda assim, esse é um termo bem pouco usado. Na maior parte das vezes, a intenção é falar em cima mesmo, separado, como “o copo está em cima da mesa”, por exemplo.
Logo, encima pode ser um dos erros de português mais cometidos, mas, se for utilizado corretamente, não tem problema algum. O que pode acontecer é algumas pessoas acharem que está errado, mas de acordo com o português, pode.
Quando se utiliza esse substantivo com o intuito de dizer que todos os débitos ou dívidas já foram quitados, deve-se prestar atenção à forma com a qual ele é escrito. Ele deve concordar com o outro substantivo a que se refere.
Por exemplo, “eu estou quite com você. Portanto, nós estamos quites”. Assim, está correto. Porém, “eu estou quites com você”, não, pois “eu” e “você” são pronomes pessoais no singular.
Essa é mais uma que pouca gente sabe. Se você for fazer uma redação ou escrever aquele e-mail para o chefe da empresa, jamais escreva “ao meu ver”, pois isso não existe!
Sempre deve ser utilizado “a meu ver”, em todas as situações em que você quer dizer algo assim. Esse é um dos erros de português mais traiçoeiros, então, a meu ver, você deve tomar bastante cuidado para não cair nessa!
Pra “mim” saber, fazer, correr, comer ou seja qual for o verbo: isso não existe!
Esse é um erro bastante comum e, geralmente, quando cometido, sempre tem alguém por perto para fazer a piada do Tarzan: “mim, Tarzan, você, Jane”.
Para deixar bem claro: o correto é “para eu” saber, fazer, correr, comer ou qualquer outro verbo. Os verbos não podem ser utilizados junto a “mim”, é sempre junto a “eu”. Entendido?
Se já faz muito tempo que você conhece um amigo, então você já o conhece “há” muito tempo, e não “a” muito tempo. “Há”, com “H”, é o passado do verbo haver, que é a forma certa de falar ou escrever quando se quer falar de algo passado.
Porém, quando se quer falar de distância ou então sobre algo futuro, então o certo é “a”, sem “H” mesmo. Por exemplo, “nós vamos viajar de São Paulo a Belém”, ou “daqui a duas semanas, é o aniversário da minha mãe”.
Depois de ter aprendido esse significado, você poderá contar “há” quanto tempo não comete esse equívoco entre os vários erros de português que podem te confundir.
Aqui está mais um dos erros de português que nem sempre está errado, desde que aplicado corretamente.
Usa-se “a fim”, separado, quando se quer propor a intenção de alguma coisa, como em “aquele seu amigo está super a fim de você”, ou “você está a fim de vender esse carro?”.
Já “afim”, junto, se refere a afinidade, como “artigos de cama, mesa, banho e afins”, ou seja, que se relacionam com o que foi dito antes.
Esse também é mais um dos erros de português que pegam todos aqueles que estiverem despercebidos. Deu para entender?
Explicando melhor: “despercebido” é quando alguma coisa acontece sem perceber, enquanto “desapercebido” é um sinônimo de desprovido. Por exemplo: “João estava desapercebido de seu livro, e só foi se dar conta quando já estava na faculdade. Passou despercebido.”.
As duas formas também existem, mas, se forem utilizadas inadequadamente, podem se transformar em erros de português.
“Demais”, junto, quer dizer em excesso, em demasia, como em “você dorme demais, vai acabar perdendo a hora”. Por outro lado, “de mais”, separado, é o contrário de “de menos”, como em “Comprei camisetas de mais, não preciso de tantas”.
Mais uma vez, as duas existem, mas os erros de português causados por seu uso indevido podem ser eliminados com uma dica bem simples.
“Mal”, com “L”, é o oposto de bem, como em “estou me sentindo mal, devo estar doente”, enquanto “mau”, com “U”, é o oposto de bom, como pode ser visto em “aquele homem é mau”. Olhando assim, pode até parecer fácil de lembrar, mas na hora de usar em uma frase, a situação já fica mais complicada.
Para não errar mais, pense no “L”, do “mal”. Ela é uma letra reta, sem curvas, correto? Por isso, a palavra é o antônimo de “bem”, com “E”, que também é uma letra reta. Já no caso do “mau”, com “U”, que é uma letra curvada, ela é usada como antônimo de “bom”, com “O”, que é outra letra curvada.
Pense nessa regrinha e você não vai mais se dar mal!
Por fim, mais uma que também prega várias peças. E, mais uma vez também, as duas existem, basta utilizá-las corretamente.
“Traz”, com “Z”, se refere ao verbo trazer, como “o motorista sempre traz o carro dele até a entrada de casa”, enquanto “trás”, com “S” e acento agudo no “A”, é o oposto de frente: “saia correndo e não olhe para trás”.
Pode parecer um pouco complicado e até um pouco cruel, já que uma única letra colocada no lugar errado pode colocar tudo a perder. Mas, nada melhor do que praticar para fixar tudo isso na mente.
Se você quer aprender ainda mais e deixar de cometer esses e vários outros erros de português, pode recorrer a um curso de escrita e redação. Assim, além de entender melhor as regras do português que são essenciais para uma boa redação, você terá um domínio muito maior do idioma!
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